
O que procurar em uma Escola de Educação Marcial?
A primeira coisa a considerar nesta busca é o seu objetivo. O que você quer do estudo? Quais são seus objetivos? Em outras palavras, onde é que você deseja estar depois de um, dois, ou dez anos depois de iniciar os seus estudos? O seu objetivo é apenas treinar individualmente ou lutar em campeonatos? Você quer melhorar sua saúde, flexibilidade e coordenação motora ou apenas aprender a se defender? Você deseja ter um entendimento básico do que você estuda ou quer se tornar mestre na arte? Você pretende ser um professor e abrir sua Escola? Tenha em mente que as respostas a estas perguntas não são mutuamente exclusivas, tudo depende de como, por quanto tempo e onde você treina e aprende uma modalidade/estilos e de qual unidade arte marcial.
DEFINIÇÃO DO QUE ENSINAR
Na opinião de Antonio Carlos Mª. de Aguiar, professor da Educação Marcial, o Brasil está atrasado em relação à estrutura curricular e pedagógica para o ensino e a prática das modalidades/estilos das Unidades Arte Marcial, seja ela japonesa, coreana, chinesa etc... No Brasil a Unidade Arte Marcial Chinesa alcansou seu reconhecimento nacional pela Resolução nº 21 de 6 de Dezembro de 1988 e publicado no Diário Oficial da União de 19 de Dezembro de 1988. “Se queremos que todos alunos sejam capazes de compreender os conteúdos básicos, as escolas (Associações) devem ter uma definição mais clara do que ensinar”, afirma. “É claro que, no que é marginal, as instituições podem ter propostas diferentes”, pondera. “Não se pode adotar um livro texto único, pois existem várias modalidades/estilos em diferentes Unidades Arte Marcial”. O método, a forma de ensinar, tem que variar. Mas todas devem oferecer o básico que define a Matriz Curricular da Educação Marcial, enxuta.